6 de janeiro de 2011

2011 resolution

Uma pessoa (T) me fez notar, sem querer, que 2011 será o ano das minhas realizações. Vi isso porque não há outro caminho. Digamos, não há patamar inferior que eu possa "alcançar". Além disso, agora, mais do que sempre "there's no turning back". E melhor, o que de bom houve em 2010, trago pra 2011. Leia-se, basicamente, capital social fruto de novas interações. Esse produtivo terreno recém fertilizado, que vem 'descons' e recontruindo praticamente toda a minha Janela de Johari, me trouxe aqui pra esboçar minha resolução 2011 (algo que quase sempre expurguei).


"Our hopes and expetactions / Black hole and revelations". Muse - Starlight


Em linhas gerais, "quero amigos, quero um grande amor, mas no momento, 'dois diplomas por favor'". Sem esquecer também de um blog menos indecente pela escassez de assiduidade e conteúdo. Adiciona também pelo menos mais duas línguas, uma de falar e outra de programar. Esses são os itens da coluna "NEED-TO". Me sinto meio "alheio" e ao mesmo tempo diferentemente novo com isso de checklist de um plano anual.

Sei que é dia de reis (dia que deveríamos de verdade trocar os presentes de Natal, mas que foi resumido por algum anti-cristo moderfócker como o dia de desarmar os enfeites natalinos) e este post estava programado nas minhas intenções de ser publicado no primeiro dia do ano (dia universal da paz). Mas...

Não vou ver isso como sinal da continuidade das minhas procrastinações porque houve bons motivos pra eu não ter parado pra escrever isso aqui. Muitas coisas que eu vinha adiando consegui dissolver já nesses primeiros dias. E aprendi também com essa pessoa (T) que pensamento positivo é como um princípio pra se conseguir fazer as coisas darem certo. E inesperadamente recebi nos últimos dois dias dois e-mails bem inesperados (mesmo!) e igualmente importantes.

E olha que eu pensava o exato contrário, que pensamento positivo demais apenas pontencializava a intensidade de futuras frustrações iminentes, por gerar mais facilmente expectativas fantasiosas de sucesso.

E além de eliminar itens "MUST-TO pra ontem" da lista, ainda me sobrou tempo pra treinar o equilíbrio (T), assistir a um filme espetacular e ao resto dos episódios da série favorita, tocar violão até dormir em cima dele, jogar o novo donkey kong, rock band e guitar hero até doer o pulso esquerdo, além de começar a ler (decentemente) um livro novo. Pata que los páreo! Apelou. Lendo livro?

Lembrei até da minha auto-imagem residual estilizada e caricaturada da minha recém descoberta série de TV favorita, no episódio "Bad Boys":

R: What are you doing? You just got insane!
M: I never felt so alive!

(...)

R: What's wrong with you? Who are you?
M: Don't know anymore!

(...)

M: So that's my story. Isn't a pretty story, but it's the only one I got.

(...)

M: CAPICE?

The IT Crowd - Bad Boys (Moss)


encéfalo

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