23 de dezembro de 2009

Monitorando o sistema

Neobux PTC - Eu, macro-cefalo, uso, ganho meus trocados e recomendo


Depois de perder peças e mais peças, ser infectado por vírus e mais vírus, é sempre bom estar alerta para a detecção de ameaças ao computador, seja uma infecção no sistema, seja uma peça no hardware dando sinais de "vou queimar!". Também, economizar os recursos do computador é algo sempre bem vindo. Por isso o Vista foi tão falho, pois partiu de um princípio que o usuário tem um computador com memória RAM pra dar e vender e assim consome o que bem entende, principalmente me enchendo a tela de efeitos visuais inúteis e irritantes.

Por isso vou resumir estes 2 programas básicos que ficam o tempo todo na minha barra de tarefas e que me ajudam a fazer o meu computador estar 24h monitorado e com recursos otimizados, são eles:

- Process Explorer
- Everest Ultimate

O Process Explorer nada mais é que um Gerenciador de Tarefas 100% melhorado. Ele exibe todos os processos em andamento, assim como os recursos que estão consumindo de memória RAM, memória de cache e processador. O mais importante: também detecta se existir, por exemplo, um processo estranho proveniente de algum malware que o Gerenciador do Windows não percebe, não exibe e tampouco inibe. Daí simplesmente vou lá, finalizo e passo uma varredura completa no sistema com o antivírus e o antimalware de preferência.
Já li até sobre usuário que aboliram o uso de antivírus por acharem que o Process Explorer é o melhor "sentinela" de atividades maliciosas, pois mostra tudo que está rodando e consumindo recursos e dá a oportunidade de finalizar os processos e apagar os arquivos envolvidos. Não recomendo, pois isso já é arriscado. E também possui a funcionalidade de substituir o Gerenciador de Tarefas do Windows, ou seja, sempre que apertar a combinação de teclas do capeta, CTRL+ALT+DEL, é o Process Explorer que vai abrir. Funciona no Windows XP, Vista e 7, seja 32 ou 64 bits. Veja a tela:

 

Tudo que estiver abaixo do explorer.exe, são aplicações que não são essenciais para o funcionamento do sistema e que por isso podem ser finalizadas para reduzir o consumo de recursos. Notem que no meu caso, estão rodando o msseces.exe (Microsoft Security Essentials, aplicativos da Microsoft pra proteção do computador), DTLite.exe (Daemon Tools, emulação de drivers de DVD), javaw.exe (Plataforma de execução de aplicativos em Java), chrome.exe (navegador), procexp64.exe (o próprio), MOM.exe e CCC.exe (Central de Controle Catalyst para placas de vídeo da ATI) e jusched.exe (Monitor da plataforma Java). De todos esses, eu poderia finalizar os programas de Java e o do Daemon Tools pra reduzir no consumo de recursos do PC, já o antivírus, o controle da placa de vídeo, assim como os demais programas abertos pelo usuário permanecem em execução. Qualquer outro processo estranho, como os maliciosos, ficam nesta mesma seção, sempre abaixo do explorer.exe. Portanto, se vir um bagulho esquisito por aí, chuta que é macumba!


Aumentando ainda mais a paranoia de monitorar o sistema, o Everest é um utilitário muito útil pra diversas funções, desde detectar a placa mãe pra baixar os drivers corretos, até observar o comportamento das temperaturas dos componentes do computador. É possível configurá-lo pra exibir na barra de tarefas as temperaturas do processador, da placa mãe, HDs etc. Assim, quando o bagulho começar a esquentar e perceberes que algo está errado, é bem melhor pra tomar alguma atitude preventiva (tirar poeira das ventoinhas e dos acessos de ar do gabinete, trocar a pasta térmica do processador-cooler, arrumar os cabos pra garantir melhor fluxo de ar, reposicionar os HDs ou o gabinete, melhorar a refrigeração do próprio cômodo, comprar outras ventoinhas, enfim) e assim poder melhor se prevenir e não esperar queimar algo pra descobrir que estava esquentando.




encéfalo

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17 de dezembro de 2009

Alice no país das maravilhas tecnológicas

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A enigmática, psicodélica e auspiciosa história de Alice, representada pelo clássico desenho animado da Disney vai ganhar uma versão mais contemporânea. Não no que diz respeito a história, mas na exploração dos recursos tecnológicos para a exibição do filme. A superprodução da Disney, anunciada para Março de 2010 nos EUA e meados de Abril no Brasil, vai sem dúvida ganhar um salto quântico na sua capacidade de imersão das estrepolias fantasiosas experimentadas pela Alice no País das Maravilhas. Tão imersiva que será 3D e assim definitivamente trará o espectador para dentro das surrealidades da história.
Dirigida por Tim Burton e, por tabela, com a participação do excelente multimórfico Johnny Depp, Alice no País das Maravilhas tem seu segundo trailer oficial, divulgado esses dias:






Haja ansiedade pra ver essa sucessão de ligas nervosas.

É tarde! É tarde! É tarde, é tarde, é tarde!






encéfalo

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13 de dezembro de 2009

O poder do JavaFX promete (?)

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Java tem sido sempre um tema afiado entre nerds que escolheram a TI como carreira profissional. Ela surgiu com a proposta de não ser apenas uma linguagem de programação, e sim uma plataforma de desenvolvimento, repleta de possibilidades. Rompeu barreiras com a portabilidade das aplicações (independência de plataforma / sistema operacional) se firmando em bases que a caracterizaram como orientada a objetos, polimórfica, compilada etc. Cresceu e se integrou no ambiente da web, dada a característica de ser independente de plataforma - write once, run everywhere - e rivalizou com linguagens já maduras como PHP e ASP na construção de aplicações de conteúdo dinâmico.


E com essas "badalações", Java caiu na boca de todos os calouros de Ciência da Computação, Engenharia da Computação, Sistemas de Informação e afins. Como muita gente falava de Java mais na condição de fanboy do que de um saiyajin em programação, os verdadeiros "experts" da programação cisuda estruturada e dos fóruns religiosos de PHP tinham muito o que criticar em relação a Java, como se fosse uma chuva de verão, uma modinha, uma marola enfeitada no oceano da verdadeira e boa programação.

E todos estavam errados. Java não é a oitava maravilha do mundo da programação, e não é só um pirulito de criança. Tem suas limitações, e seus potenciais. JavaFX é mais um deles.


Com a maior exploração das capacidades e necessidades dos usuários da internet, com a web 2.0 e o aprofundamento da experiência do usuário com o navegador da web, novos conceitos surgiram. Rich Internet Application foi mais um termo inglês a integrar o vocabulário dos stakeholders do desenvolvimento de programas. Aproveitando o embalo do Flash, a Macromedia (depois, Adobe) lançou o Flex. A Microsoft, sempre tentando não ficar atrás respondeu com o Silverlight. E a Sun, pra (tentar) provar o poder do Java, trouxe o JavaFX, com a vantagem de poder executar um único aplicativo tanto no navegador do computador quanto no celular e, mais recentemente, em aparelhos multimídia - TV, video-games, blu-ray players.


A desvantagem do JavaFX continua a mesma: depender de uma versão do Java Runtime Environment instalada no computador do cliente.



Uma aplicação bem agradável foi lançada recentemente na página das Olimpíadas de Inverno, a ser realizada em Vancouver, Canadá, em 2010. O histórico de medalhas foi feito na plataforma JavaFX e exibe todo o quadro histórico de medalhas por países, mostrando o nome dos atletas, os esportes e as medalhas conquistadas. Dá pra fazer comparações com demais países que tenham características semelhantes de proximidade de população, vizinhança geográfica, número de atletas inscritos e até mesmo desempenho econômico (Produto Interno Bruto).


Quem tiver curiosidade, o endereço é http://www.vancouver2010.com/olympic-medals/geo-view/.

As Olimpíadas de Inverno sempre me chamaram a atenção. Bem menos expressiva que os Jogos Olímpicos de Verão, bem menos coberta pela imprensa brasileira e obviamente, bem menos disputada por atletas brasileiros. Não à toa, o Brasil nunca ganhou uma medalha. Ficar entre os 10 hoje é pra nós um ouro em qualquer modalidade. Mas o que me impressiona é que são esportes quase todos de extrema técnica e com pontuações e tempos incrivelmente disputados. São frações de segundo que fazem a diferença, como no automobilismo; a diferença é que no automobilismo, a máquina é que determina essa disputa; se o Schumacher correr num carro inferior, dificilmente ele será competitivo com o Nelsinho Piquet num carro de ponta. E nos esportes de inverno, o que define a disputa é a técnica, pura técnica, aliada apenas a alguns instrumentos.

Modalidades de preferência: Bobsleigh, Luge e Curling, neste último, as equipes ficam alucinadamente "raspando" o gelo pra deixar as "pedras" de granito deslizarem paciente e precisamente até o alvo. Enquanto os dois primeiros se assemelham com um "rolimã no gelo", esta última é praticamente uma "bocha no gelo". Mas todas as outras modalidades são interessantes. E a patinação, então! Aquelas princesas com aqueles rapazes 'alegres'...

Segue um vídeo de Luge solo, um de Curling e outro de uma jogada espetacular também de Curling, na final dos últimos Jogos:

Luge in Salt Lake City (POV cam)

Curling is INTENSE!

Amazing Curling Shot, Canada, Olympic Final 2006

Uma feia e um hetero na patinação

O Brasil no Bobsleigh em Toronto, 2006

Tem que ser muito frio pra se dar bem nesses esportes. Literalmente.


encéfalo

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